Nós somos quem escolhemos ser, no entanto as escolhas que fazemos nunca parecem ser as escolhas que nós queremos escolher, nós não somos o que queremos ser, nós somos o que escolhemos ser isto são duas coisas completamente diferentes.
Nós fazemos escolhas prevenindo o resultado, o problema e que a previsão não é o nosso forte, raramente depende apenas de nós próprios, logo com factores exteriores a nós o resultado raramente é de todo previsível. As nossas acções baseiam na previsão constante, e se estas previsões estão maioritariamente erradas então posso inferir que as nossas acções são maioritariamente erradas ou pelo menos com resultado inesperado.
Short version
Eu não sou o que quero sou o que escolho, mas eu não escolho aquilo que quero porque a minha escolha baseia-se num resultado, se o resultado não é o pretendido então a escolha não é a que eu verdadeiramente queria.
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